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em busca da explosão de sabores

Category : Entradas e Pestiscos

Fácil, rápida e deliciosa – Bruschetta e Vinho para amigos

Bruschetas

Bruschetas - Foto de Bito @retirante

É muito bom receber amigos em casa sexta a noite, para um happy hour com músicas, vídeos, bebidas e bom papo. Nesta ocasião, o que preparar para degustação?

Sabemos que todos estarão famintos após a longa espera pela noite. Porém, para encontros regados a vinho e cervejas o ideal é oferecer pratos mais leves, que caem muito bem e costumam ser de fácil preparo. Adoro servir bruschettas: fatias grossas de pão italiano cobertas com tomate, manjericão, azeite e queijo, levadas ao forno para acender o aroma e misturar os sabores. Hum!!!

Lembro-me a primeira vez que comi bruschetta. Foi num barzinho perto de casa. Fiquei tão encantada com a sutileza do sabor que voltei no dia seguinte e pedi outra. Quis desvendar sozinha a combinação de sabores para tentar reproduzir em casa. E assim foi:

Ingredientes:
1 pão italiano cortado em fatias de 2cm de altura
2 tomates italianos maduros e firmes sem semente, cortados em cubinhos bem fininhos
folhas de 4 galhos generosos de manjericão cortadas e batidas na tábua até ficarem bem trituradas (se você tiver triturador, acho que deve funcionar)
10 fatias de mussarela cortadas em cubinhos como o tomate (ou o quejo de sua preferência, ralado ou cortado)
1 colher pequena de ajinomoto
1 colher de sopa de shoyu
5 colheres de azeite

Preparo:
Acenda o forno a 180°. Disponha as fatias de pão numa forma e regue-as com fio de azeite. Misture os demais ingredientes numa vasilha à parte, incluindo as 5 colheres de azeite. Cubra as fatias do pão com a mistura e leve ao forno por 20 minutos. Ao retirar do forno, um aroma maravilhoso vai povoar sua casa! As bruschettas estão prontas para serem devoradas! Bom apetite.

Você pode variar essa receita, acrescentando outras ervas aromáticas, ou mudando os ingredientes. Dicas para você variar: Bruschettas de Espinafre, Bruschettas de quiejo brie, figo e mel, Variações de Bruschettas.

Fazer coxinha não tem segredo

Tenho alguns amigos e conhecidos que adoram e coxinha. Eles me propuseram o desafio de fazer uma coxinha deliciosa, que pudesse entrar no ranking das melhores coxinhas que já comeram. Um fato curioso é que a coxinha não é um salgadinho encontrado com facilidade em outros lugares do mundo. E aqui no Brasil, existem tantos apaixonados por esse salgadinho que existe até um mapa da da coxinha com os endereços para comer as melhores coxinhas no Estado de São Paulo. Vamos tentar fazer este mapa aqui em Brasília também. Mas enquanto isso, a tentativa de fazer uma coxinha explosão de sabores vai ser na minha cozinha.

Na minha infância, lembro-me de ter enrolado muita coxinha, quando minha mãe eventualmente tinha encomendas. Acho que era para aniversários. Ela também fazia bolos confeitados. Aliás minha mãe é prendada. Além de cozinhar bem, como todos lá em casa, ela é talentosa:  faz crochê,  corta cabelo, é professora, é dona de casa, é mãe, é amiga; o que faz dela uma mulher explêndida… Voltando para as coxinhas, com não haverá dificuldade para moldá-las. E a receita? Para não ocupar minha mãe e conhecer novas formas de preparo, resolvi buscar na internet.

Recorri ao Google com a busca: Receita+Coxinha. Simpatizei com a primeira;  aquela receita de coxinha que dizia ser fácil e rápida. Dei uma olhada em outras. Priorizei dois atributos que valorizam o sabor e a textura: presença de batatinha na massa e recheio bem temperado.  Resultado: foi realmente fácil de fazer. A massa tem um sabor maravilhoso e é super apropriada para modelar. O recheio também é excelente. Para empanar escolhi a farinha de rosca artesanal, feita em casa com pão torrado e moído. Resultado:

Coxinhas Passo a Passo

 A receita da coxinha está no Tudo Gostoso e tem muitos comentários favoráveis. Você pode conferir a receita aqui: Coxinha Prática Deliciosa

Vale a pena fazer e principalmente comer!

O segredo da pipoca na panela

É pouco comum ver pessoas fazendo pipoca na panela, em casa. A pipoca de microondas é muito prática e saborosa, e o pipoqueiro não corre o risco de errar. Agora, precisamos reconhecer que aquelas pipocas vendidas em carrinhos são muito boas. Costumam ter um toque diferenciado na crocância e no sabor (gordura hidrogenada e temperos).

Fazer pipoca em casa é muito fácil. Não precisa ter uma pipoqueira nem ser um expert. Basta seguir uns passinhos básicos:

1. A escolha do milho: Dê preferência aos grãos “Premium” ou tipo exportação. Não são muito caros, fazem pipocas graúdas, macias e estouram bem, quase não sobrando os “piruás”. Eu gosto muito do milho de pipoca Yoki Premium. Aliás, a Yoki tem uma página dedicada ao assunto: Pipocas Yoki

2. A panela: Não precisa ser uma pipoqueira. Precisa ser uma panela fina e alta. Aquela de cozinhar macarrão é uma excelente opção.

3. As quantidades: Nesta panela, primeiro, encha o fundo da panela com milho, cobrindo por inteiro, formando uma camada sem espaços (costuma ser uma xícara das de chá). Em seguida acrescente o óleo de soja, ou o de sua preferência. O milho deve ficar bem brilhante, mas não encoberto do óleo. Para 1 xícara de milho, costumo usar umas 4 colheres de sopa de óleo.

4. O tempero: Percebi com várias tentativas, que é importante acrescentar um pouco de sal na panela. A pipoca fica mais gostosa. Usar pouco sal neste momento é importante. Se faltar, após a pipoca pronta, acerta-se a quantidade. Um ingrediente que não pode faltar é o glutamato monossódico (ajinomoto). Depois da pipoca pronta, antes de acertar o sal, acrescente o ajinomoto e misture. Prove pra ver se já tá bom e coloque mais sal se necessário.

Muitas pessoas gostam de outras variações: caldo de galinha, fondor, ervas aromáticas, bacon, manteiga, pimenta. Mas aí já é pessoal. Essa deliciosa pipoca é uma boa pedida para um filme com os amigos em casa. Um estouro! Hum…

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