Existem várias respostas para esta pergunta. Quero sinalizar apenas que alguns mitos devem ser desconsiderados.
Mito 1: Amor de carnaval. Amor de verão. Amor de férias.
Determinar que o amor, um sentimento tão nobre, está vinculado a um período ou momento pode ser infâmia. Amor de carnaval pode durar sim. Existem comprovações. Dentre várias estórias conhecidas, de amigas ou não, há estatísticas de relacionamentos duradouros que tiveram início nestas ocasiões. Namoros de 5 anos, o grande amor da sua vida, o príncipe encantado, o marido; já vi vários que começaram no carnaval.
Mito 2. Não se encontra o grande amor na balada.
Digamos que isso seja uma meia-verdade. Depende muito da balada. Se você estiver num local muito específico, que você goste muito, provavelmente irá encontrar pessoas que gostam da mesma coisa. Isso é fundamental para amizades e namoros. O primeiro contato verbal com meu amor aconteceu em um show do Pato Fu, apesar de já termos nos visto antes.
Esse papo de mito tá meio ridículo. Vamos ao ponto: É desnecessário ficarmos rotulando a forma como o amor pode acontecer ou como vamos encontrá-lo. Pode ser de qualquer jeito. Basta que seja o amor.
Quando começamos a delimitar as possibilidades de encontrar o amor, também restringimos a probabilidade disso acontecer. É lógico! Ou seria quântico?
Então, repito a frase da Lud, dita na ocasião em que eu estava buscando encontrar o amor: “Desligue a chavinha, o radar de busca. Dedique-se a você e seus objetivos. O amor acontece quando não estamos buscando por ele”. E não é que deu certo!?
